segunda-feira, 15 de março de 2010

A TAXONOMIA

A taxonomia, tecnicamente criada em 1727, com os estudos de Karl Von Linée (Carlos Lineu), considera basicamente que os seres vivos necessitam ser organizados em: Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie.
A organização é como uma enorme árvore, com vários ramos: Os cinco reinos (Fungi, Plantae, Animalia, Protistas e Monera) se dividem em vários filos, que se dividem em várias classes, na qual se dividem em várias ordens e assi
m por diante.
Vamos considerar esse cinco seres, cada um deles de um reino:

Feijão


Feijão, ser vivo do reino Plantae
Reino: Plantae ou Metaphyta
Divisão (no caso das plantas, usasse divisão ao invés de filo): Magnoliophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem: Fabales

Família: Fabaceae
Subfamília: Faboideae
Gênero: Phaseolus
Espécie: Phaseolus vulgaris

Ser Humano

O ser humano, ser do reino Animalia
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia ou Metazoa
Subreino: Eumetazoa
Filo: Chordata
Subfilo:Vertebrata
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Infraclasse: Eutheria
Ordem: Primates

Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Superfamília: Hominoidea
Família: Hominidae
Subfamília: Homininae

Gênero: Homo
Espécie: Homo sapiens
Subespécie: Homo sapiens sapiens


Agário-das-moscas

Agário-das-moscas, ser do reino Fungi, com propriedades alucinógenas
Reino: Fungi
Divisão: Basidiomycota
Classe: Homobasidiomycetes
Ordem: Agaricales
Família: Amanitaceae
Gênero: Amanita
Espécie: Amanita muscaria

Protozoário da Doença de Chagas

Trypanosoma cruzi, do reino protista
Reino: Protista
Filo: Euglenozoa
Classe: Kinetoplastea
Ordem: Trypanosomatida
Família: Trypanosomatidae
Gênero: Trypanosoma
Espécie: Trypanosoma cruzi

Leitores, não conseguimos achar a classificação taxonômica completa de nenhum ser do reino Monera... Mas já deu para perceber o quanto a vida na Terra é diversificada, e o quanto os taxonomistas precisam conhecer. Meu Deus!!
Mas vamos considerar algumas coisas: Um cavalo (Equus caballus), pode se acasalar com outro ser da mesma espécie e gerar descendentes férteis. Entretanto, seres do MESMO GÊNERO podem se acasalar e gerar descendentes, como por exemplo a égua (Equus caballus) pode se acasalar com um jumento (Equus asinus), pois são do mesmo gênero: Equus, mas seus descendentes são inférteis. Do mesmo jeito que o leão pode se acasalar com uma onça-pintada ou uma tigresa e gerar descendentes, inférteis.
Na taxonomia se usa geralmente o sistema binominal para se designar o nome de uma espécie. Tal nome também pode possuir palavras em latim ou em grego e precisa vir destacada de alguma forma no texto, além do nome do gênero precisa estar em maiúsculo e o segundo nome em minúsculo. Exemplo: Rizophera racemosa. Rizophera está com a primeira letra em maiúsculo e em itálico, destacada do texto, além de ser de origem grega; racemosa, o nome de diferenciação da espécie, está em itálico, destacado do texto, primeira letra minúscula e origem latina.

Fonte das classificações taxonômicas: Wikipédia a Enciclopédia Livre.

11 comentários:

  1. Nossa,eu odeio essa escola...


    pena que eu tenho que estudar nela.

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  2. oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii eu gostei muito

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  3. Muito show!!! Me ajudou muito!

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  4. muito bom mesmo gostei ajudou e fiquei com mais 3 pontos na media!! valeu

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  5. muito bom eu aprendi mesmo muito obrigado

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  6. legal,tô no 7° ano,estudando isso... Valeu

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  7. nossa me ajudou muito estava tentando achar em varios lugares nossa adorei é pra manha e eu deixei pra ultima hora kkkk meu professor é muto chato

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